XIII Encontro Nacional de Economia Ecológica

Programação das seções temáticas do Encontro da ECOECO

Programação do XIII Encontro da ECOECO

 

É com grande satisfação que informamos que o site do XIII Encontro Nacional de Economia Ecológica está online. O XIII Encontro da ECOECO será realizado no Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas, entre os dias 23 e 26 de setembro de 2019.

O tema geral do XIII Encontro da ECOECO é Economia Ecológica e Antropoceno e o subtítulo Será o Antropoceno a era do colapso ambiental? Pensando uma economia para o planeta Terra.

Desejamos realizar um debate rico, democrático e plural sobre a Era do Antropoceno e como a Economia Ecológica a fim de contribuir do ponto de vista conceitual, metodológico e de políticas para o enfrentamento dos desafios socioambientais.

Pedimos ampla e massiva divulgação do evento. Por favor, incentivem seus estudantes a enviarem trabalhos e a estarem presentes no evento.

Mais informações.

NOTÍCIAS

Designing a global mechanism for intergovernmental biodiversity financing

By Nils Droste; Joshua Farley; Irene Ring; Peter H. May; Taylor H. Ricketts
Os pesquisadores vinculados à Sociedade Internacional de Economia Ecológica (ISEE) publicaram o estudo, Designing a global mechanism for intergovernmental biodiversity financing, que apresenta uma proposta baseada no ICMS-Ecológico auxiliar na construção de um sistema global intergovernamental para financiar a proteção da biodiversidade. Um dos autores é o professor Peter May, ex-presidente da ECOECO Brasil e da ISEE, e o professor Joshua Farley, presidente eleito da ISEE.

Abstract

The Convention on Biological Diversity and the Nagoya Protocol display a broad international consensus for biodiversity conservation and equitable benefit sharing. Yet, the Aichi biodiversity targets show a lack of progress and thus indicate a need for additional action such as enhanced and better targeted financial resource mobilization. To date, no global financial burden‐sharing instrument has been proposed. Developing a global‐scale financial mechanism to support biodiversity conservation through intergovernmental transfers, we simulate three allocation designs: ecocentric, socioecological, and anthropocentric. We analyze the corresponding incentives needed to reach the Aichi target of terrestrial protected area coverage by 2020. Here we show that the socioecological design would provide the strongest median incentive for states which are farthest from achieving the target. Our proposal provides a novel concept for global biodiversity financing, which can serve as a starting point for more specific policy dialogues on intergovernmental burden and benefit‐sharing mechanisms to halt biodiversity loss. Clique aqui para acessar o artigo.

Painel do Rio Doce

O Painel do Rio Doce (RDP) é um Painel Independente de Assessoria Técnica e Científica sob a liderança da International Union for Conservation of Nature (IUCN) e com o objetivo crítico de assessorar os esforços de recuperação após o rompimento da Barragem de Fundão, em novembro de 2015, e alavancar o impacto positivo a longo prazo e em escala de paisagem. Formado por especialistas nacionais e internacionais, o Painel do Rio Doce é convocado e gerido pela UICN, que atua com imparcialidade em suas atividades de coordenação e apoio técnico e administrativo, respeitando os princípios de independência, transparência, responsabilidade e comprometimento. O Painel do Rio Doce é composto por especialistas internacionais e nacionais, com diversas competências técnicas, qualificações acadêmicas e conhecimentos locais, e que trabalham na produção de recomendações técnicas direcionadas principalmente à Fundação Renova,  organização responsável pela execução dos programas reparatórios e compensatórios na bacia. Para mais informações sobre o Painel do Rio Doce (RDP) acesse: Website: https://www.iucn.org/pt/painel-do-rio-doce Recomendações: https://www.iucn.org/pt/painel-do-rio-doce/recomendacoes

IX Jornadas de Economía Ecológica

Bariloche, 25 al 29 de Noviembre de 2019

Territorios en disputa y mercantilización de la naturaleza. Perspectivas desde el Sur del Sur

El Comité Organizador de las IX Jornadas de Economía Ecológica informa que se encuentra disponible la Cuarta Circular de las IX Jornadas de Economía Ecológica que se realizarán los días 27, 28 y 29 de Noviembre de 2019 en la Sede Andina de la Universidad Nacional de Río Negro, Bariloche, Argentina. Allí podrán encontrar las instrucciones para el envío de resúmenes ampliados, como el link para su envío. Para las consultas está disponible un correo electrónico específicojornadas2019@asauee.org Mais informações.

COMUNICADO DOS EX-MINISTROS DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE

São Paulo, 8 de maio de 2019 Em outubro do ano passado, nós, os ex-ministros de Estado do Meio Ambiente, alertamos sobre a importância de o governo eleito não extinguir o Ministério do Meio Ambiente e manter o Brasil no Acordo de Paris. A consolidação e o fortalecimento da governança ambiental e climática, ponderamos, é condição essencial para a inserção internacional do Brasil e para impulsionar o desenvolvimento do país no século 21. Passados mais de cem dias do novo governo, as iniciativas em curso vão na direção oposta à de nosso alerta, comprometendo a imagem e a credibilidade internacional do país. Não podemos silenciar diante disso. Muito pelo contrário. Insistimos na necessidade de um diálogo permanente e construtivo. A governança socioambiental no Brasil está sendo desmontada, em afronta à Constituição. Estamos assistindo a uma série de ações, sem precedentes, que esvaziam a sua capacidade de formulação e implementação de políticas públicas do Ministério do Meio Ambiente: entre elas, a perda da Agência Nacional de Águas, a transferência do Serviço Florestal Brasileiro para o Ministério da Agricultura, a extinção da secretaria de mudanças climáticas e, agora, a ameaça de descriação de áreas protegidas, apequenamento do Conselho Nacional do Meio Ambiente e de extinção do Instituto Chico Mendes. Nas últimas três décadas, a sociedade brasileira foi capaz, através de sucessivos governos, de desenhar um conjunto de leis e instituições aptas a enfrentar os desafios da agenda ambiental brasileira nos vários níveis da Federação. A decisão de manter a participação brasileira no Acordo de Paris tem a sua credibilidade questionada nacional e internacionalmente pelas manifestações políticas, institucionais e legais adotadas ou apoiadas pelo governo, que reforçam a negação das mudanças climáticas partilhada por figuras-chave da atual administração. A ausência de diretrizes objetivas sobre o tema não somente tolhe o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil, comprometendo seu papel protagônico exercido globalmente, mas também sinaliza com retrocessos nos esforços praticados de redução de emissões de gases de efeito estufa, nas necessárias ações de adaptação e no não cumprimento da Política Nacional de Mudança do Clima. Estamos diante de um risco real de aumento descontrolado do desmatamento na Amazônia. Os frequentes sinais contraditórios no combate ao crime ambiental podem transmitir a ideia de que o desmatamento é essencial para o sucesso da agropecuária no Brasil. A ciência e a própria história política recente do país demonstram cabalmente que isso é uma falácia e um erro que custará muito caro a todos nós. É urgente a continuidade do combate ao crime organizado e à corrupção presentes nas ações do desmatamento ilegal e da ocupação de áreas protegidas e dos mananciais, especialmente nos grandes centros urbanos. O discurso contra os órgãos de controle ambiental, em especial o Ibama e o ICMBio, e o questionamento aos dados de monitoramento do INPE, cujo sucesso é auto-evidente, soma-se a uma crítica situação orçamentária e de pessoal dos órgãos. Tudo isso reforça na ponta a sensação de impunidade, que é a senha para mais desmatamento e mais violência. Pela mesma moeda, há que se fortalecer as regras que compõem o ordenamento jurídico ambiental brasileiro, estruturadas em perspectiva sistêmica, a partir da Lei da Política Nacional do Meio Ambiente de 1981. O Sistema Nacional de Meio Ambiente precisa ser fortalecido especialmente pelo financiamento dos órgãos que o integram. É grave a perspectiva de afrouxamento do licenciamento ambiental, travestido de “eficiência de gestão”, num país que acaba de passar pelo trauma de Brumadinho. Os setores empresarial e financeiro exigem regras claras, que confiram segurança às suas atividades. Não é possível, quase sete anos após a mudança do Código Florestal, que seus dispositivos, pactuados pelo Congresso e consolidados pelo Supremo Tribunal Federal, estejam sob ataque quando deveriam estar sendo simplesmente implementados. Sob alegação de “segurança jurídica” apenas para um lado, o do poder econômico, põe-se um país inteiro sob risco de judicialização. Tampouco podemos deixar de assinalar a nossa preocupação com as políticas relativas às populações indígenas, quilombolas e outros povos tradicionais, iniciada com a retirada da competência da Funai para demarcar terras indígenas. Há que se cumprir os preceitos estabelecidos na Constituição Federal de 1988, reforçados pelos compromissos assumidos pelo Brasil perante a comunidade internacional, há muitas décadas. O Brasil percorreu um longo caminho para consolidar sua governança ambiental. Tornamo-nos uma liderança global no combate às mudanças climáticas, o maior desafio da humanidade neste século. Também somos um dos países megabiodiversos do planeta, o que nos traz enorme responsabilidade em relação à conservação de todos os nossos biomas. Esta semana a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), considerada o “IPCC da biodiversidade”, divulgou o seu primeiro sumário aos tomadores de decisão, alertando sobre as graves ameaças que pesam sobre a biodiversidade: um milhão de espécies de animais e plantas no mundo estão ameaçadas de extinção. É urgente que o Brasil reafirme a sua responsabilidade quanto à proteção do meio ambiente e defina rumos concretos que levem à promoção do desenvolvimento sustentável e ao avanço da agenda socioambiental, a partir de ação firme e comprometida dos seus governantes. Não há desenvolvimento sem a proteção do meio ambiente. E isso se faz com quadros regulatórios robustos e eficientes, com gestão pública de excelência, com a participação da sociedade e com inserção internacional. Reafirmamos que o Brasil não pode desembarcar do mundo em pleno século 21. Mais do que isso, é preciso evitar que o país desembarque de si próprio. Rubens Ricupero Gustavo Krause José Sarney Filho José Carlos Carvalho Marina Silva Carlos Minc Izabella Teixeira Edson Duarte

Fatos Florestais: caem mitos que opõem produção à conservação no Brasil

Com participação de Tasso Azevedo e Camila Pitanga, filme cruza duas bases de dados para mostrar que país tem espaço para ampliar a proteção às florestas e a agropecuária. Continue a leitura.

SBPC se manifesta em defesa das Ciências Humanas e Sociais

Em nota pública divulgada nesta sexta-feira, 26 de abril, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) contesta proposição do presidente da República de cortar investimentos federais para faculdades de Filosofia e Sociologia e defende que essas disciplinas oferecem contribuições “imprescindíveis” para o desenvolvimento de pesquisas e políticas públicas

Leia o texto na íntegra abaixo:

NOTA PÚBLICA DA SBPC EM DEFESA DAS CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) vem a público  manifestar sua discordância em relação à proposição feita ontem pelo Exmo. Sr. Presidente da República de que não haveria mais investimentos federais para faculdades de Filosofia e Sociologia. Diante desta afirmação e de outras críticas recentes e pouco fundamentadas que as Ciências Humanas e Sociais vêm sofrendo, enfatizamos que é grande a importância dessas ciências para a sociedade brasileira, assim como a das outras áreas do conhecimento. Elas podem não proporcionar, como ocorre com muitos avanços científicos, um retorno econômico imediato para a sociedade, mas podem contribuir fortemente para o desenvolvimento científico e tecnológico do País e para a melhoria das condições de vida de sua população. .

A SBPC, uma entidade que congrega todas as ciências e que luta pela melhoria da educação e por políticas públicas que conduzam a um desenvolvimento sustentável do País, escorado na ciência, tecnologia e inovação, se contrapõe a essas proposições, afirmando o caráter científico das Ciências Humanas e Sociais e demonstrando sua importância para as políticas públicas. É essencial para o País, e as entidades cientificas têm defendido isto por décadas, que formemos mais profissionais qualificados nas áreas de engenharia, de ciências naturais e de ciências aplicadas, e que estes encontrem condições adequadas para exercerem suas profissões; mas isto de nenhum modo deve estar associado a um desmonte das áreas de ciências sociais e humanas. Alertamos para o risco da utilização, sem o devido cuidado, de comparações internacionais muitas vezes falsas, imprecisas ou distorcidas para embasar a definição de políticas internas relativas à ciência e à tecnologia.

Cabe lembrar que as Ciências Humanas e Sociais não são ideologias, como tem sido afirmado frequentemente. Elas trabalham com metodologias científicas específicas, que incluem o levantamento cuidadoso de dados com o uso de questionários, entrevistas, análise de documentos e observações no campo de estudo, e suas conclusões estão baseadas em evidências. Elas se utilizam frequentemente de dados estatísticos para chegar a determinados resultados ou conclusões, o que atesta, ainda, a importância de instrumentos de conhecimento, como o Censo Demográfico, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), o Censo Educacional e a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), que estão também sendo motivo de questionamento por gestores do atual governo.

 Além de possibilitar o avanço do próprio conhecimento da área social, cabe tornar explícita a principal contribuição dessas ciências. Por meio das suas teorias, modelos e metodologias, elas procuram fornecer subsídios para a formulação, implementação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas elaboradas pelo governo e pela sociedade, visando à melhoria do bem estar social, que é aferido qualitativa e quantitativamente por meio de indicadores apropriados.

A sua contribuição é, portanto, imprescindível tanto na produção de pesquisas que dão suporte às políticas e aos serviços públicos, como na formação de recursos humanos necessários à operação desses serviços. Podem ser citados muitos exemplos de pesquisas, por exemplo aquelas realizadas por universidades, instituições de pesquisa ou por Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), que contribuíram para a política cultural, educacional, ambiental, de segurança, saúde e habitação do país ou de regiões determinadas.

 

Por outro lado, as Ciências Humanas e Sociais podem exercer o papel de produzir, de forma permanente, uma reflexão crítica sobre a sociedade e seu funcionamento, que é um elemento fundamental no processo democrático e que é necessário para o controle social e político sobre os processos e as finalidades do desenvolvimento. Elas são essenciais, ainda, em sua contribuição ao processo de formação de cidadãos com a capacidade crítica que a sociedade moderna exige.

Ressalte-se, ainda, que muitas carreiras e desenvolvimentos bem sucedidos nas áreas tecnológicas não resultam simplesmente de conhecimento técnico. Eles requerem habilidades de liderança, inteligência emocional, compreensão da cultura, em outras palavras, um entendimento do contexto econômico e social  que as Ciências Humanas e Sociais podem prover. A integração entre as diferentes áreas de conhecimento é mais fecunda e produtiva socialmente do que a separação entre elas ou a exclusão de algumas delas.

Finalmente, registramos que críticas orquestradas dirigidas às Ciências Humanas e Sociais constituem parte de uma estratégia mais geral que ameaça toda a pesquisa científica do País. Pretende-se restringir a formação universitária à mera aplicação de técnicas importadas e reduzir fortemente os investimentos em ciência, tecnologia e inovação, o que afetará profundamente as universidades e instituições públicas de pesquisa responsáveis por grande parte da produção científica e tecnológica do Brasil e colocará em risco a sobrevivência do sistema nacional de CT&I e a própria soberania nacional.  O domínio da cadeia de conhecimentos científicos e tecnológicos, como evidenciado pela história de todos os países desenvolvidos, é imprescindível para a superação da crise atual do País e para seu desenvolvimento econômico e social.

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São Paulo School of Advanced Science — Workshop: Biodiversity and Ecosystem Services

The São Paulo School of Advanced Science on Scenarios and Modelling on Biodiversity and Ecosystem Services to Support Human Well-Being (SPSAS Scenarios) will hold a 2-week training and networking session in July 2019 on scenarios and modeling in biodiversity and ecosystem services, and its relation to human wellbeing. The Advanced School will be led by speakers from several countries. Approximately 100 applicants, 50 from Brazil and 50 from other countries will be selected to participate in the Advanced School. The Advanced School will be conducted in English. A limited number of travel grants is available for participants from developing countries. The application deadline is 20 February 2019. Continue lendo.

Lançado dia 08 de novembro de 2018 o Sumário para Tomadores de Decisão sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES)

A preparação do Sumário para Tomadores de Decisão sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos contou com a contribuição dos economistas ecológicas Peter May (ex-presidente da ECOECO e ex-presidente da ISEE) e Daniel Caixeta Andrade (atual presidente da ECOECO). Os pesquisadores contribuíram na seção sobre os drivers indiretos de perda na biodiversidade e serviços ecossistêmicos, sobretudo com enfase na Amazônia, Cerrado e Caatinga, além de relacionar tais impactos às demandas de terra do agronegócio e políticas públicas contraditórias. Entre os dias 17 e 29 de novembro de 2018 será realizada no Egito a 14ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Diante disso, a BPBES fez o lançamento do “Sumário para Tomadores de Decisão” do “Primeiro Diagnóstico Brasileiro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos” marca um momento tão crítico quanto oportuno para a agenda do desenvolvimento sustentável nas conjunturas internacional e nacional. No âmbito global, os olhares sempre se voltam para o Brasil que, por ser o detentor da maior biodiversidade do planeta, exerce um papel central nas discussões-macro e cujo declínio da riqueza biológica gera impactos para além de suas fronteiras. O cenário político do país, com a alternância de mandatos que irá ocorrer nos poderes executivo e legislativo, também sinaliza para um leque de possibilidades e rumos, a depender das deliberações dos novos planos de governo e das propostas a serem pautadas e aprovadas no Congresso Nacional. Continue lendo.

50 Days FREE Access to Legal Institutions and Ecological Economics

50 dias de acesso gratuito a Instituições. Economia Ecológica: sua Contribuição Comum para o Desenvolvimento Sustentável (Volker Mauerhofer) já está disponível on-line, contendo todos os detalhes bibliográficos. Para acessar, clique neste link antes de 9 de dezembro de 2018, você acessará a versão final do artigo no ScienceDirect. Você está convidado a ler ou baixar. Não é preciso fazer a inscrição, registro ou mesmo há cobranças de taxas.

2018 UN Climate Negotiations COP-24

ISEE Call for Participation at the 2018 UN Climate Negotiations, COP-24

A ISEE antecipa com o Status de observador nas negociações climáticas anuais da UNFCCC, COP-24, em Katowice, Polônia entre 05 e 16 de dezembro de 2018, permitindo-nos credenciar membros para participar da COP. Isso é consistente com a intenção do nosso presidente Clóvis Cavalcanti de que a ISEE se envolva mais em influenciar mudanças de alto nível na direção da sociedade. Continue a leitura. http://cop24.gov.pl/

Lançamento do livro, Comércio Ecologicamente Desigual no Século XXI, Beatriz Saes

A Beatriz Saes, pesquisadora do GEMAECO, analisa neste livro as especificidades do comércio ecologicamente desigual no século XXI a partir da observação do metabolismo social do minério de ferro e da inserção brasileira neste mercado. A autora procura compreender a dinâmica do mercado de minério de ferro no âmbito global e de que modo a assimetria internacional nos fluxos físicos pode ser explicitada pelo comércio ecologicamente desigual ainda que em um contexto de grande fragmentação da produção, de transnacionalização do espaço asiático e da crescente importância das economias emergentes nas relações internacionais. O estudo também analisa de que modo a própria economia brasileira respondeu a esses determinantes, tanto por meio do Estado como pela iniciativa do próprio setor minerário. Comércio Ecologicamente Desigual no Século XXI Páginas: 220 Preço Sugerido: R$ 55,00 Para aquisição clique aqui.

Economia do Meio Ambiente, lançamento da 3ª edição, 2018

O livro “Economia do Meio Ambiente”, de Peter May, é um suporte para compreensão da economia em um contexto ecológico. A Economia Ecológica se define como um campo de conhecimento transdisciplinar (ou seja, que transcende as fronteiras disciplinares), desenvolvido a partir do reconhecimento de que, de um lado, o sistema socioeconômico baseia-se e depende dos sistemas naturais, e, de outro, interfere e transforma o funcionamento destes últimos. Em vez de colocar o bem-estar do homem no centro das preocupações, a Economia Ecológica preocupa-se igualmente com o fundamento ético das sociedades humanas que menosprezam (em vez de venerarem) os direitos das demais espécies de continuar existindo, tendo promovido ações que levam à extinção acelerada. O lançamento da 3ª edição de Economia do Meio Ambiente é organizado de Peter May, Doutor em Economia dos Recursos Naturais pela Universidade de Cornell (Reino Unido) e professor do Departamento de Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (DDAS/UFRJ). Neste livro, foi reunida uma ampla gama de autores brasileiros, que apresentaram a ótica das diversas escolas representadas no país, para mostrar a necessária integração entre a ecologia e a economia nos dias de hoje, e a sua superação numa visão transdisciplinar – o cerne da Economia Ecológica. “É um dos poucos se não o único livro focado nas condições do Brasil para disciplinas de graduação e pós-graduação em economia do meio ambiente, representando diferentes correntes de pensamento” conta Peter May. Essa nova edição, consideravelmente ampliada e totalmente atualizada, representa uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO), que busca o desenvolvimento e a disseminação da Economia Ecológica no Brasil. O livro inclui uma abordagem do tópico central da Economia Ecológica, qual seja a dimensão entrópica do processo econômico, em capítulo esclarecedor escrito por Andrei Cechin. A obra procura desvendar assuntos que dizem respeito à aplicação de metodologias da ciência econômica tradicional a temas que trazem a realidade das imposições, restrições e exigências da dimensão da natureza em tudo o que os seres humanos, e sua atividade econômica, fazem. “A obra introduz o leitor aos principais temas que servem de foco de pesquisa e assessoria sobre políticas públicas do desenvolvimento sustentável do país, desde a ótica da economia do meio ambiente, incluindo gestão de recursos hídricos, biodiversidade, uso do solo e energia, entre outros” ressalta o economista ecológico. Preço Sugerido: R$ 138,90 Para aquisição clique aqui.

Llamado a resúmenes para el II Congreso de la Sociedad Andina de Economía Ecológica – SAEE

El tema del II Congreso de la Sociedad Andina de Economía Ecológica 2019 es “Justicia Ambiental y Alternativas al Desarrollo: aportes de la Economía Ecológica y la Ecología Política. El congreso será realizado en la Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP), entre los días 9 y 11 de abril de 2019, en Lima, Perú. Ya fue publicado el primer llamado para presentación de resumen extendido. Líneas temáticas
  1. Justicia ambiental, conflictos y extractivismo
  2. Alternativas al Desarrollo
  3. Macro-economía Ecológica, Comercio Internacional y Deuda Ecológica
  4. Valoración plural, inclusiva e integral de la naturaleza y sus servicios ecosistémicos
  5. Metodologías e Indicadores de Evaluación Biofísicos
  6. Gobernanza Ambiental
  7. Sistemas Rurales Sustentables
  8. Sustentabilidad Urbana
  9. Investigación y enseñanza de la Economía Ecológica y la Ecología Política en la región andina
  10. Género y Ambiente
Más información sobre el envío de resumen, clic aquí.

15th Congress of the International Society for Ecological Economics

Ecological Economics and Socio-ecological Movements: Science, policy, and challenges to global processes in a troubled world 10-12 September 2018 A bi-lingual conference Puebla, Mexico For more information, visit http://15th-isee2018.uam.mx/index.html.

Designing a global mechanism for intergovernmental biodiversity financing

By Nils Droste; Joshua Farley; Irene Ring; Peter H. May; Taylor H. Ricketts Os pesquisadores vinculados à Sociedade Internacional de Economia Ecológica (ISEE) publicaram o estudo, Designing a global mechanism for intergovernmental biodiversity financing, que apresenta uma proposta baseada no ICMS-Ecológico auxiliar na construção de um sistema global intergovernamental para financiar a proteção da biodiversidade. …

SBPC se manifesta em defesa das Ciências Humanas e Sociais

Em nota pública divulgada nesta sexta-feira, 26 de abril, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) contesta proposição do presidente da República de cortar investimentos federais para faculdades de Filosofia e Sociologia e defende que essas disciplinas oferecem contribuições “imprescindíveis” para o desenvolvimento de pesquisas e políticas públicas Leia o texto na íntegra …

XII ENCONTRO DA ECOECO

O XII Encontro Nacional da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica contou com apresentações em diversas áreas temáticas, que foram divididas em dez sessões, além de uma sessão especial tratando do tema Governança e Instituições Ambientais – as múltiplas institucionalidades dos processos, estruturas e funções ecossistêmicas.

Confira os trabalhos apresentados no evento.

Edição Especial do Boletim da ECOECO, nº 39

Agroecologia

Esta edição especial é dedicada à agroecologia, a qual apresenta 11 artigos que buscam aproximar a sociedade dos problemas temas, conceitos e ações afins à sustentabilidade, justiça social e ambiental.

Confira aqui os artigos publicados neste boletim.