Designing a global mechanism for intergovernmental biodiversity financing

By Nils Droste; Joshua Farley; Irene Ring; Peter H. May; Taylor H. Ricketts

Os pesquisadores vinculados à Sociedade Internacional de Economia Ecológica (ISEE) publicaram o estudo, Designing a global mechanism for intergovernmental biodiversity financing, que apresenta uma proposta baseada no ICMS-Ecológico auxiliar na construção de um sistema global intergovernamental para financiar a proteção da biodiversidade. Um dos autores é o professor Peter May, ex-presidente da ECOECO Brasil e da ISEE, e o professor Joshua Farley, presidente eleito da ISEE.

Abstract

The Convention on Biological Diversity and the Nagoya Protocol display a broad international consensus for biodiversity conservation and equitable benefit sharing. Yet, the Aichi biodiversity targets show a lack of progress and thus indicate a need for additional action such as enhanced and better targeted financial resource mobilization. To date, no global financial burden‐sharing instrument has been proposed. Developing a global‐scale financial mechanism to support biodiversity conservation through intergovernmental transfers, we simulate three allocation designs: ecocentric, socioecological, and anthropocentric. We analyze the corresponding incentives needed to reach the Aichi target of terrestrial protected area coverage by 2020. Here we show that the socioecological design would provide the strongest median incentive for states which are farthest from achieving the target. Our proposal provides a novel concept for global biodiversity financing, which can serve as a starting point for more specific policy dialogues on intergovernmental burden and benefit‐sharing mechanisms to halt biodiversity loss.

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Painel do Rio Doce (PRD)

O Painel do Rio Doce (RDP) é um Painel Independente de Assessoria Técnica e Científica sob a liderança da International Union for Conservation of Nature (IUCN) e com o objetivo crítico de assessorar os esforços de recuperação após o rompimento da Barragem de Fundão, em novembro de 2015, e alavancar o impacto positivo a longo prazo e em escala de paisagem. Formado por especialistas nacionais e internacionais, o Painel do Rio Doce é convocado e gerido pela UICN, que atua com imparcialidade em suas atividades de coordenação e apoio técnico e administrativo, respeitando os princípios de independência, transparência, responsabilidade e comprometimento. O Painel do Rio Doce é composto por especialistas internacionais e nacionais, com diversas competências técnicas, qualificações acadêmicas e conhecimentos locais, e que trabalham na produção de recomendações técnicas direcionadas principalmente à Fundação Renova,  organização responsável pela execução dos programas reparatórios e compensatórios na bacia.

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